Fios de Nylon

Por Carla Corrêa

Cultura

Quanto custa ser um escritor?

Esta não é uma pergunta fácil de ser respondida, até porque cada um necessita de ferramentas diferentes para seus trabalhos. Digo isso porque, cada escritor tem um ritmo, uma linha de pesquisa e trabalho diferente. Quando digo isso me refiro a: quanto custa cada vez que você resolve sair da frente de seu texto (seja num computador ou caderno) para tomar uma xícara de café? O café custa dinheiro, o gaz que faz o café também, então some isso e você saberá quanto custou um dia de sua rotina como escritor.

Para ser mais precisa, qualquer profissão ou arte necessitam de um pouco de investimento no início e uma eterna manutenção até o momento em que você decida parar de vez com aquilo. Nos tempos de nossos pais ou avós o investimento consistia em uma maquina de escrever, fita para a máquina, papel A4, corretivo e para alguns muitos maços de cigarros. Isso sem contar as inúmeras taças de bebidas que variavam entre conhaque e vinho barato.

Atualmente o nosso investimento aumentou, não sei porquê, sendo que a lógica do serviço continua a mesma. Hoje investimos em um notebook bacana, mas não tão caro, caderninhos para anotarmos nossos pensamentos e inspirações quando não estamos perto do nosso querido pc, vários pacotes de café e coador, canetas, marca textos e post-its para os mais fissurados por organização.

Mas o que ninguém conta pra um escritor é que nada disso importa. Quem nasceu com o talento da escrita sabe: basta um guardanapo e uma caneta velha para rascunharmos nossos melhores trabalhos. Não existe cenário, componente, personagem ou locação ideal para se ter inspiração ou fazer algo de bom. O verdadeiro artista sabe que o improviso é a alma do negócio. Portanto, se te perguntarem quanto custa ser um escritor já sabe o que dizer!

Alimentação

5 opções de bebidas para substituir o café

Se tem uma coisa que eu não consigo fazer durante o verão escaldante brasileiro é tomar café. Mesmo amando a bebida, fui obrigada a abandonar a versão tradicional e procurar por alternativas mais refrescantes. Estou experimentando receitas caseiras tiradas de minha cabeça para tentar aproveitar o sabor do café, mas de forma que eu não sinta que a temperatura corporal elevou-se. Tudo bem que algumas dicas aqui não são lá a coisa mais fit ou light, mas pelo menos ajuda a espantar aquele calorão e a sensação de estar transpirando feito tampa de chaleira na hora do cafezinho. A seguir, algumas alternativas encontradas para ajudar a amenizar o calorzão na hora do café:

Chá gelado

Tradicional para muitas pessoas, mas nem tão familiar assim para mim, porque vocês sabem bem o que eu amo né. O chá verde é meu favorito dentre todos que já experimentei. Mas outro sabor que tem ganhado o meu paladar é o de hortelã. Não importa o sabor, o chá gelado com algumas gotinhas de limão tem sido a minha bebida e tanto durante e após as refeições.

Frapuccino

A receita menos magra do cardápio, porém a mais saborosa justamente por conter um ingrediente que sou apaixonada: doce de leite. O tomei apenas uma vez, mas pretendo repetir a dose quando estiver animada novamente e puder, já que por agora eu tenho evitado doces e chocolates de qualquer espécie.

Vitamina

É assim que chamamos aqui em Minas a famosa batida de leite com banana e frutas. A minha favorita é de banana com morango e mamão. O leite geladinho desce tão bem que é impossível ficar só no primeiro copo.

Café gelado

Sabe aqueles blends que a gente toma em cafeterias e ama? Eu desenvolvi uma formula menos calórica e tão gostosa quanto para tomar nos dias mais quentes. Enquanto as receitas originais levam caramelo, leite condensado e doce de leite na composição, o meu consiste em bater no liquidificador: leite gelado, cacau em pó, sorvete de creme e café solúvel. Fica incrível e é refrescante. Mas se você não tem restrições e quiser adicionar os ingredientes das receitas originais, fique a vontade, pois deve ficar tão bom quanto.

Cappuccino gelado

Assim como o chá, esta receita não tem absolutamente nada de inovador, a não ser pelo fato de ser feita com leite gelado ao invés de fervido. Tenho duas formas de produzir esta bebida, uma mais instantânea e outra artesanal. A primeira é simples, basta você pegar um sache de cappuccino de sua marca preferida e bate-lo no liquidificador (mixer) com leite gelado e servir-se em seguida. A outra você prepara na medida: um copo de leite gelado, uma colher de sopa de café solúvel, uma de achocolatado ou cacau em pó e adoçar. Misture tudo no liquidificador ou mixer e é só servir.

Não tem mistério nenhum. Todas essas bebidas ficam deliciosas servidas com leite gelado e ficam super refrescantes. Lembrando que quanto mais frescas forem consumidas melhor, principalmente a vitamina que leva banana na receita. Espero que estas receitas inspirem vocês a experimentarem bebidas alternativas ao café enquanto o calor não passa. Me contem nos comentários o que acharam e deixem suas dicas de receitas alternativas ao café que vou adorar testar!

Blogs

Metas para 2017

Se tem um novo comportamento que quero adotar em 2017 é me incentivar a superar os meus limites. Quero fazer um planejamento para que eu consiga alcançar todas as minhas metas, e para isso, preciso ter essas metas já definidas. Nada de resoluções, são metas com estratégias. Dentre elas me organizar ainda mais está como prioridade. Durante essa minha nova programação tenho certeza que isto afetará diretamente aqui no blog, já que em 2016 experimentei um cronograma durante todo o ano em ter feito posts religiosamente às segundas, quartas, quintas e sextas. Tinha me desafiado a não escrever tanto no blog, pois estou priorizando mais a qualidade do que a quantidade, e no ano que vem vou reforçar isto ainda mais.

Quero ter tudo muito bem definido para traçar metas que eu saiba que tenho condições de alcançar, pois eu preciso e quero muitas coisas, mas muitas delas não dependem só de mim para conquistá-las. Dentre as muitas coisas que quero muito que aconteçam em 2017 é eu poder finalmente ir à FLIPFesta Internacional de Literatura de Paraty – e realizar este antigo sonho. A reboque quero manter e melhorar o meu ritmo de leitura, dar um lugar decente aos meus livros que atualmente se encontram amontoados, isto tem me irritado muito, pois detesto que meus livros rasguem, dobrem ou se danifiquem de alguma forma.

2017 será um ano de muitos desafios, já que pretendo retomar as leituras de meus livros em inglês, preciso afiar ainda mais a língua e quem sabe fazer um cursinho já que estou precisando mesmo, só me falta a verba. E por falar em dinheiro, já me programei este ano para deixar em dia meu CNPJ, pois criei um porque quero pegar freelas pra me ajudar a financiar tantas metas não é mesmo? Ainda mais que estou pegando pesado nos estudos com fotografia, quem sabe não seja ai que eu finalmente me estabeleça. Espero deste ano muitas coisas boas, assim como foi 2016. Mesmo com muita gente reclamando de que foi um ano ruim e que podia acabar logo em janeiro, pois para mim não foi bem assim. Claro, foi um ano difícil para todo mundo, inclusive para mim, mas eu preferi ver só o lado bom do que me ocorreu e é com esta energia que pretendo entrar neste novo ano. Que venha 2017 com muita alegria!

Fotografia

Como eu fotografo meus cães

Fotografar animais nunca é uma tarefa muito fácil, pois dependemos muito do acaso e da sorte para conseguirmos capturar imagens fofas e deslumbrantes. Quando se trata de aves e animais não domésticos, ai que a coisa se complica, já que o fator lugar e hora certa são imprescindíveis.

No meu caso eu não faço nada de especial para fotografar meus cães, que não são adestrados. O que costumo fazer é praticar a boa e velha persistência e paciência. Não tem outro jeito. O labrador por exemplo é o mais calmo e obediente dos três, enquanto as vira-latas costumam ignorar acintosamente tudo o que eu mando e é neste momento que a atenção e câmera devem estar focadas, pois a qualquer instante elas podem fazer algo engraçadinho ou ficarem numa pose bacana que mereça ser fotografada e preciso estar preparada.

O macete da fotografia de peta é que eles sejam clicados da forma mais natural possível e sem muitas intervenções humanas, porque é daí que saem as fotos mais bonitinhas. Às vezes eles não estão fazendo absolutamente nada, e quando menos se espera você acha um ângulo bacana para retratar este “nada”. Fotografia é como eu sempre digo: é mais percepção do que técnica!